Mitodrama

Da união do método psicodramático com a psicologia de C. G. Jung, Corintha Maciel (diretora clínica do Gaya) criou o Mitodrama, forma de trabalho com abordagem fundamentada no tripé Psicodrama – Psicologia Arquetípica – Mitologia Grega, que abrange tanto a área clínica quanto a socioeducacional. 

Livro Mitodrama: O Universo Mítico e seu Poder de Cura, por Corintha Maciel
Mitodrama“Em linguagem acessível, descreve o processo terapêutico assumindo a forma de rituais, tendo o mito como caminho e artesania. […] Este livro é o relato de uma vida. A autora vai tecendo uma teia e, nela, tudo que marcou seu aprendizado, vivência, labor e criação artística. Vemos aqui a síntese de seu conhecer o mundo da alma abrangendo o mito e sua relação com a psicologia simbólica. O objetivo do Mitodrama, assim como o dar arte de Corintha Maciel, é fazer alma. Fazer alma através do mito e da arte” (Apresentação do livro, por Ana Figueiredo).

Livro Histórias Que Contam Sobre Nós, por Corintha Maciel
Histórias sobre nósA partir de sua experiência clínica, a autora faz uma reflexão sobre o peso dos ditos populares na estruturação da personalidade e na criação de mecanismos de defesa que acabam transformando-se em mandatos inconscientes, causando danos psíquicos e/ou físicos às pessoas. Usando a linguagem coloquial do “… era uma vez”, Corintha fundamenta-se na psicologia de Carl G. Jung e no psicodrama de Jacob Levy Moreno para discorrer sobre esses ditos, e apresenta como proposta a possibilidade de eles serem recontados de uma forma nova e criadora.

Livro Psicodrama e Psicologia Analítica: construindo pontes, organizado por Cybele Ramalho (tendo Corintha Maciel como co-autora)
Psicodrama psicologia analiticaEste livro apresenta um diálogo da teoria com a prática, dando destaque à técnica do sandplay numa linguagem psicodramática, ao trabalho com sonhos, mitos, contos de fadas e danças circulares sagradas.

Acompanhe abaixo o depoimento de Corintha Maciel:

Não tenho data exata da entrada do Psicodrama em minha vida, mas situo lá pela idade de 9 anos, quando no alto da mangueira, eu e Maria José, minha prima, criamos o que apelidamos de “brincar falado”…e tendo gostado da teatralização, adotamos a mitologia grega de Monteiro Lobato como nosso roteiro preferido, acrescentando às histórias a opção de também fazer parte delas, com a alternativa de “nós no meio”… Foi assim que o embrião do que Moreno considera Co-Criação do Universo, se aninhou na minha alma e lá ficou…

Só fui conhecer Jacob Levy quando já numa outra vida, a vida universitária. Nos apresentamos e nos demos as mãos… e outra vida depois, a ABP (Associação Brasiliense de Psicodrama) se torna o berço que me confere a identidade de Psicodramatista.

Agora os créditos de Terapeuta, Professora e Supervisora vão formatando um currículo profissional por 30 anos, quando em outro ciclo da vida surge o Gaya, que estava à minha espera em Campo Grande/MS.

E… como a contadora de Histórias que mora em mim, fui escrevendo histórias e publicando livros que são documentário do trabalho que desenvolvo e continuarei desenvolvendo enquanto houver alguém que se interesse por ouvir histórias.